A aquisição de equipamentos tecnológicos, software e serviços (separadamente ou em conjunto) por parte das empresas nem sempre é fácil. O renting é uma ferramenta ao dispor de todos, que facilita os investimentos na área tecnológica, nomeadamente as PME.

Esta realidade, ainda pouco comum em Portugal, mas adotada massivamente no norte da Europa e região do Benelux, vem valorizar a utilização das comodidades em detrimento da sua posse. Este ponto verifica-se sobretudo na área tecnológica em que os ativos são rapidamente depreciados.

1- Ciclo de vida do equipamento

Com o tempo, os custos de manutenção dos equipamentos vão aumentando. O renting permite contrariar a desvalorização do equipamento ao longo do seu ciclo de vida, pois os custos de manutenção contratualizados mantêm-se inalterados. No final do contrato, o cliente pode optar pela adoção de um equipamento mais recente.

2- Liquidez financeira

O aluguer operacional permite manutenção do capital das empresas, que o poderão alocar a outras áreas. Não existindo investimento em ativos de rápida depreciação, mas beneficiando do seu uso, o limite de crédito mantêm-se inalterado, melhorando os rácios financeiros da empresa.

3- Adaptabilidade

O aluguer operacional permite manutenção do capital das empresas, que o poderão alocar a outras áreas. Não existindo investimento em ativos de rápida depreciação, mas beneficiando do seu uso, o limite de crédito mantêm-se inalterado, melhorando os rácios financeiros da empresa.

4- Aquisição facilitada

Condições contratuais são adaptáveis à capacidade de tesouraria e à disponibilidade financeira de cada empresa. As prestações mensais são constantes e estão de acordo com o contrato, sem quaisquer surpresas.

5- Redução da carga fiscal

As prestações do renting são totalmente dedutíveis para IVA, sendo contabilizadas como despesas operacionais. Por outro lado, as mesmas não estão sujeitas a imposto de selo.